MANIFESTO DA DIRECÇÃO: Este blogue “www.sortesdegaiola.blogspot.com”, tem como objectivo primordial só noticiar, criticar ou elogiar, as situações que mais se distingam em corridas, ou os factos verdadeiramente importantes que digam respeito ao mundo dos toiros e do toureio, dos cavalos e da equitação, com total e absoluta liberdade de imprensa dos nossos amigos cronistas colaboradores.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Família Borges Reassume as rédeas do Campo Pequeno

Depois da sentença, hoje tornada pública, logicamente a Família Borges voltará a administrar a Sociedade Campo Pequeno, de onde segundo se conclui agora, nunca deveria ter saído.

Campo Pequeno Sai da Falencia




Sentença do Tribunal da Relação emitida hoje declara anulada a insolvência em que se encontrava a Sociedade Campo Pequeno.
Mais desenvolvimentos durante o dia de hoje.

Canção Natalicia - Eu atropelei o Pai Natal...



Filosofo Agostinho da Silva...

Pensamento do Prof. Agostinho da Silva que bem se adapta á quadra Natalicia.. 

agostinho da silva.bmp 


 Escusamos de supor que teremos alguma espécie de salvação enquanto formos tristes, isto é, enquanto supusermos que consiste a alegria, à fácil maneira americana, em tirar retratos rindo; ser alegre consiste, pelo contrário, em não ter medo de retratos sério; em não ter medo de estar só."

- Agostinho da Silva, “Imperfeição do Renascimento”, As Aproximações [1960], in Textos e Ensaios Filosóficos II, p. 58.



Natal - Cante Cigano...



NATAL MIX...




quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Ventura assaltado e amordaçado na Colombia...




'Fue un susto pero afortunadamente ni nos tocaron.' Diego Ventura ha hablado en Twitter para tranquilizar a sus seguidores sobre su estado y aclarar el desagradable suceso ocurrido la pasada madrugada en la residencia de Chía, Bogotá, en la que fue asaltado junto a sus familiares por seis delincuentes.




Para os vegetarianos antitaurinos...


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Reportagem da gala do olé..






 









Mulheres - Atenção ao Natal..

Natal - Canção diferente...



Natal 2014 - Por João cortesão...



Natal 2014 vai ser como todos os últimos Natais..






È meu hábito há vários anos abordar o Natal, procurando chamar á atenção das hipocrisias que muitas vezes envolvem esta data.

Não é uma visão negativa desta época - não sou um negativista, quem me conhece sabe bem que não o sou -, mas sim uma chamada para a realidade, na desmistificação desta época, e uma chamada de atenção para coisas muito mais importantes que vão para lá das prendinhas e do “se não nos virmos antes, um bom Natal”.
Não é por ser natal que eu e a maioria das pessoas, desejamos bem a quem nos fez ou faz mal, não é por ser Natal que há mais paz e amor.

O característico folclore natalício, de ordem consumista e de ordem gastronómica, que atravessa as comunidades cristã e ateia mergulha no paganismo mais puro, e por isso não me merece grande respeito.
A frase típica “se não nos virmos antes um bom Natal”, faz-me lembrar as palavras que soltam os caça níqueis em Espanha “soy um mono, abla comigo” totalmente despidas de coração, menos importantes que os sons dum bébé quando diz “gu-gu” “dá-dá”.

O poeta Silva Ferreira escreveu um poema que canta o meu querido amigo Xico Madureira, que reza assim:

Quando houver natal, eu aviso mãe.
Quando o natal vier eu aviso, mãe.
Quando o Natal for no verão
Porque o inverno acabou,
No corpo no coração,
De todas as mães do mundo,
Eu aviso mãe…

Este poema espelha e alinda a célebre frase “o Natal é quando um homem quiser”.

È evidente que me vou empanturrar com bacalhau, peru, arroz de polvo, rabanadas, filhós e bolo rei. Também vou dar e receber prendas, tudo isto em casa do meu irmão Manuel Lamas como há vários anos a esta parte, mas quero desejar sinceramente a todos, que não haja constrangimentos de estar com quem não gostamos, de conviver com quem não queremos, obrigando terceiros a presenciarem um espectáculo teatral de fraca qualidade, em que na maioria dos casos se pretende aparentar um convívio civilizado que não se sente nem se pode sentir, desde logo por não haver coração.

Evitem-se as situações de famílias separadas que se juntam só porque é Natal, sem conseguirem disfarçar animosidades ou mesmo ódios, encharcando completamente ou quase de hipocrisia pura e dura a celebração do nascimento de Jesus.

Neste Natal 2008 há uma circunstancia que não dizendo concretamente respeito a esta época, me dá que pensar e me apoquenta.e julgo-a premente - porque não se resume á luta de uma classe, mas sim ao meu país (de que tanto gosto). No seu todo -, prende-se com o facto insuportável de começar a ser vulgar ouvir portugueses a dizer nas entrelinhas, que não gostam de ser portugueses. Envenenam-se assim as conversas - na noite de Natal, que é talvez aquela em que mais se conversa -, com tiradas que ou revelam exibicionismo pateta, ou complexos mal resolvidos ou então qualquer coisa que se situa entre a personalidade do “Velho do Restelo” e a figura de “Miguel de Vasconcelos”.

Há Portugueses que :

Dizem quando se fala de Bancos só sabem dizer que isto aqui é um descalabro... 
Do mundo do touro afirmam que tudo o que temos é mau; em Espanha é que é bom…
Opinam que o nosso turismo é péssimo.
Afirmam que os portugueses não tem qualidades de trabalho nem imaginação...
Desrespeitam a nossa cultura ao considerarem a nossa música e as nossas danças folclóricas, pobres e pirosas…
Dizem ainda, contra a opinião pública mundial, que o Ronaldo vai posivelmente a bola de ouro, mas o Messi é melhor…
Alvitram bacocamente que o vinho estrangeiro tem outra qualidade…
E são mesmo capazes de subalternizar a nossa riquíssima gastronomia, ao peixe frito andaluz, ao borrego assado em valladolid, e comparam os “Callos” com as tripas á moda do porto (como se houvesse comparação).
O nosso espumante bom, na opinião “parvenu” não chega aos calcanhares do pior champagne… e para este tipo de gente até as águas “Perrier” e de “Langaron” são melhores do que a “Água de Castelo”…
È fácil concluir que para uns tantos, Portugal e os portugueses são uma merda.

Chega meus senhores. Se não gostam da nossa terra e do que é nosso vão-se embora, escolham o país ideal.
Quanto a Portugal, amem-no ou deixem-no!!!

Pela minha parte peço ao tal menino Jesus que torne o Natal bem português em Portugal, rapidamente quando lhe der jeito, e que disso avise a Srª sua mãe.
Desejo, como dizia o poeta, que o Natal passe a ser no verão, porque o inverno acabou, ou passe a ser no Outono ou na primavera ou seja quando um homem quiser mas que na nossa terra seja português.

Vamos viver o Natal de forma mais ou menos folclórica, mas vamos assumir por inteiro as nossas tradições ( como única excepção aceito o Pai Natal porque se tornou universal), afirmando e sentindo que o Natal em Portugal, é o melhor do mundo.

Verdade verdadinha… eu chego a pensar que o menino Jesus podia ter nascido na serra da Malcata.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Quando morrer quero ser cremada e que espalhem as cinzas no "Corte Inglês"...


Já nada me surpreende...


Há dias em cnversa com um amigo, ouvi da boca deste, que a mãe passava a vida no "Corte Inglês", e por isso tinha dito que quando chegasse a sua hora, gostava de ser cremada e que espalhassem as suas cinzas no "Corte Inglês". Achei piada, mas pensei no que levaria a velha senhora a tal opção.
No meu entender, a vontade expressa de lhe espalharem as cinzas na dita superficie comercial, tem que ver com a desumanização que se vive nos dias de hoje, que neste caso é compensada pelas gentes a passar, pela beleza ou exotismo das modas, ou ainda pelo ruído geral sombreado pela música de fundo, que contrasta com os programas deprecivos que as televisões passam durante o dia, em que a exposição das desgraças é o prato forte.

Hoje vive-se um mundo avinagrado, em que a maioria  atende ás desgraças actuais, aos ódios viscerais e ao prenúncio de um futuro sem esperança, como se não houvesse amanhã e como se esta crise fosse a maior de sempre na história da humanidade. Descarrega-se as frustações no futebol, nos politícos, e no mundo do toiro atribui-se culpas aos murubes, á vertente espectáculo do toureio e ao facto de haver grupos de forcados que pagam para pegar, esquecendo-se os pessimistas que já houve crises piores em todos os sentidos, que não foram ultrapassadas, nem com derrotismos, nem com entregas totais aos Deuses do mal.

Há quem queira as suas cinzas espalhadas no Dragão, em Alvalade ou na Luz, na Real Maestranza, em Las Ventas ou em Ronda, no Tejo, no Douro ou no Mondego, nas prais X, Y e Z, etc, etc, etc... todas estas opções têm que ver com amores aos sítíos onde foram felizes e em que viveram uma vida norteada por pensamentos positivos.  

Eu não vou nesta moda das cremações, quero ser depositado no jazigo ao lado dos meus pais e avós á moda antiga...


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Epitáfio com nome...
As cremações vão ciar um vazio na história da nomenclatura dos epitáfios, não podendo os vindouros ver epitáfios do tipo "Aqui jaz Solange Marisa, ou Cátia Andreia, ou Ruben Miccael ou até mesmo Mauro Vitório", com o que isso tem de empobrecedor para a história da época, tirando o gosto duvidoso de tais nomes... lol 

Duarte Pinto - Momentos 2014...








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Um toiro saiu da praça...


Toiros - Conheça a CAMARGA...